14.7.05

na escuridão dos reflexos

Na escuridão dos reflexos, no resguardo solitário da esplanada vazia, absorvo letras, números, escritos, olho para as paredes oceânicas e mergulho à distância no interior delas.

Nada, absolutamente nada, é capaz de interromper a escuridão húmida… tudo é pele nua sem frio. A luz que reflecte os sonhos esconde um mistério opaco e nada existe enquanto não nascer um novo dia sem casca. Amanhã acordo novamente dormente?