Tenho um universo dentro da cabeça. E na escuridão descubro com imaginação um planeta povoado por seres humanos. Imagino-o todos os dias (poderei imaginar todos os dias?).
Eu sou o mito cosmogónico!
Eu sou o mito antropológico!
Eu sou o mito da salvação!...
Apocalipse Paw! Cómico assassino de palavras. Giratório moinho de vento a alimentar os pulmões de ar… três mosqueteiros da sala de estar iluminada por uma estante de livros em branco… A feijoada fria desfaz-se no meu estômago mas não na mente dela… A eterna dualidade: céu ou inferno? Vivemos em ambos. Um de cada vez. De olhos pisados. Obedeço ao dia da revelação?