Uma sala preenchida nos seus contornos e uma vulgar ideia de que somos todos estranhos é o suficiente para nos sentirmos isolados e esmagados pelo tempo.
T. chegou à sala cheia de mosquitos que nunca antes vira e desatou a massacrá-los com um pano preto e duro. Depois, colhia-os e remetia-os para dentro de um envelope vermelho com umas manchas pretas. De seguida, seriam entregues, com bastante cuidado, ao “Sheta”, o careca sentado no canto mais escuro. Tudo fazia prever o que iria acontecer… Uma voz destacava-se por entre todo aquele ruído surdo: «Isto é cada vez mais kafkiano!»