As minhas preocupações queimam-me devagar… sem que possa fazer alguma coisa. Tudo porque não possuo a simplicidade dos que gostam. Nada em mim sobrevive ao primeiro bombardeamento… Sofro. Sofro. Sofro. Falta-me a imensidão de ter algo para agarrar. Por isso, quando a apatia resvala pela montanha dos sonhos abaixo, a violência esmaga-me todo e desapareço do meu corpo para me enfiar numa pequena caixa escura.