Estranhos seres encontram-se no mesmo pixel e desfazem-se em cor. Mas, aquele que perseguia o invisível, sentou-se numa cadeira, no canto superior direito e, ao mesmo tempo que se desfazia em lágrimas, disse: « Um dia destes, vou entrar num filme… vou ser um pequeno pixel… uma pequena gota na imagem!».
O silêncio deu a resposta e fluiu numa fantasia dupla. Deslocou-se, a toda velocidade para a casa da Loucura de Olhos Fechados. Nem isso foi o suficiente para manter o equilíbrio. Precisou de ser livre.