"Lá estava ela constantemente a fazer um som na sala - bum, bum, bum - sem parar. Era um sossego ouvir aquele som - porque enquanto ela entoava aquele bum, bum, eu sabia «Ah, a Paula está contente. Está a desenhar, está contente.» E, sabe, uma coisa, ela continua a fazer aquele barulho - bum, bum, bum, e continua a desenhar no chão - ainda hoje, depois de todos estes anos".