Sento-me à mesa mas não leio. Tomo café. Espero. Tento arranjar a melhor forma para ignorar este frio, esta chuva. Chove sem parar. O dia é cinzento de mais e a pastelaria está cheia de gente. A igreja do terço está em obras. O campo da feira está demasiado melancólico para ter tipos a pedir moedinha. Há ruído de automóveis a mais. Da última vez estava sol, calor e havia feira. Havia magnetismo para o rio. Agora tudo é o azar da chuva.