Estávamos ali muito quietinhos em frente ao sacrário, muito quietinhos, ora prontos, ali fim de tarde, no verão… ele deu-me com uma cana, caçou-me assim uma orelha parece que ainda hoje me dói. O outro rapaz chorou, chorou, chorou, mas eu como era má, digo assim: “Nunca mais venho à doutrina”, virada para o Senhor. Mas não devia dizer porque estava em frente ao sacrário.
Eu também nunca fui mais à doutrina, mas não sei porquê, acho que não percebia nada daquilo.